Cap. 10 DESENVOLVIMENTO

OBJETIVOS
Aps estudar o presente captulo voc dever ser capaz de:
 demonstrar a importncia da maturao e dos fatores ambientais no desenvolvimento;
 apontar os principais fatores ambientais que podem interferir no desenvolvimento pr-
natal;
 explicar o conceito de trauma do nascimento;
 exemplificar a ordem em que ocorre o crescimento fsico;
 demonstrar a relao existente entre o desenvolvimento fsico, intelectual, social e 
emocional;
 dissertar sobre a importncia da me e do pai no desenvolvimento inicial da criana;
 citar e explicar as oito idades do homem de Erik Erickson;
- caracterizar cada um dos estgios do desenvolvimento cognitivo da criana, segundo 
Piaget.
INTRODUO
Desenvolvimento  um processo que inicia na concepo e s ter mina com a morte. O 
termo desenvolvimento quer dizer evoluo, pro gresso, movimento, mudana, 
crescimento.
Ao estudarmos desenvolvimento podemos nos fixar na parte biol gica, emocional, 
intelectual ou social. O desenvolvimento biolgico no  independente do social e este no 
est separado do intelectual. Em su ma, todos esto relacionados. O ser humano  uma 
unidade e nada acontece isoladamente.
O desenvolvimento  um contnuo, mas h perodos crticos em que os fatos parecem se 
precipitar. Assim,  de repente que aparecem as ca 
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ractersticas sexuais secundrias e de um momento para Outro a criana parece ter crescido 
vrios centmetros.
Estudar desenvolvimento significa conhecer a histria do homem desde seu nascimento (e 
mesmo antes dele) at sua morte. Compreender o que ocorre em cada idade, o que 
caracteriza cada fase.
O desenvolvimento depende de dois fatores bsicos: a maturao e o ambiente. Maturao 
 um processo biolgico,  o aspecto inato do desenvolvimento. Maturao se refere ao 
crescimento de clulas, teci dos, msculos e rgos. Assim a criana no poder caminhar 
antes que as estruturas musculares permitam tal atividade. O treinamento intensi vo antes 
desse perodo  praticamente intil.
Ambiente engloba todas as experincias vividas pela criana e ori undas do meio 
circundante: a educao, a influncia dos pais, a alimen tao, as doenas. O ambiente pode 
interferir no processo de maturao, a desnutrio e as doenas podem afetar o crescimento 
do esqueleto e dos msculos.
O desenvolvimento  algo individual e nico, cada ser humano se desenvolve num ritmo 
diferente e peculiar. Isto contudo no impede que se fale em termos de mdia geral. Assim 
quando se menciona estgios ou fases de desenvolvimento que abrangem uma determinada 
ida de, devemos ter sempre presente que este estgio representa a mdia geral. Na verdade 
poucos indivduos se enquadrariam rigorosamente no que est sendo proposto. A maioria 
est um pouco aqum ou alm.
O DESENVOLVIMENTO PR-NATAL E O NASCIMENTO
A verdadeira e profunda histria de um homem no comea com seu nascimento, nem 
mesmo com sua concepo. Ela recua mais ainda no tempo at se encontrar com seus avs, 
bisavs, tetravs.
Durante o perodo pr-natal, como em todos os demais perodos, h ntima interao entre 
fatores genticos e ambientais. Embora alguns problemas congnitos possam ser atribudos 
a causas genticas, a maior parte deles so resultado de fatores genticos e ambientais inter- 
agindo.
Entre os fatores ambientais que podem atingir o feto destacam-se:
a alimentao da me, o fumo, as drogas, o lcool e o estado emocional da me.
Independentemente da escola ou posio terica esposada, todos re conhecem a 
importncia do nascimento no desenvolvimento humano. Freud destacou que o nascimento 
 a fonte de toda ansiedade,  a primeira e fundamental experincia de ansiedade. Rank, um 
discpulo de Freud, falou em trauma do nascimento: a grande ansiedade provocada
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pelo fato de a criana ter que abandonar um lugar seguro e protegido e enfrentar um 
ambiente hostil. O conceito de Rank pode ser discuti do, mas, com certeza, o parto poder 
representar uma experincia traumtica, dependendo de como se desenvolve. Sem dvida, 
um parto difcil, em que o recm-nascido  arrancado com frceps e aps separado da me, 
 uma experincia traumatizante.
O artificialismo dos partos em modernos hospitais tem provocado uma reao violenta que 
tem por objetivo valorizar os mtodos naturais de nascimento.
Vrios mdicos ilustrem tem proposto novos mtodos, mais adequados e menos 
traumatizantes. Entre tantos que poderiam ser citados, destaca-se Frederick Leboyer. Aps 
uma severa crtica dos ambientes hospitalares onde nascem os bebs (luzes fortes e 
ofuscantes, barulho, cor te imediato do cordo umbilical, tapa nas ndegas, excesso de 
medica mentos) ele prope um parto sem violncia, evitando-se um processo que, segundo 
ele, produz terror na criana.
O DESENVOLVIMENTO FISICO
O beb nasce com alguns sentidos funcionando regularmente e outros ainda precariamente. 
Assim, o pequeno ser envereda pelo rduo caminho do crescimento.
H dois princpios gerais que regem o desenvolvimento fsico do recm-nascido. 
Primeiramente se constata que ele ocorre no sentido cabea-ps. A cabea e o pescoo 
atingem a maturidade antes das pernas. O segundo princpio  que o desenvolvimento 
ocorre no sentido centro- periferia, isto significa por exemplo, que a criana aprende a 
dominar os braos antes de aprender a dominar os dedos.
Diferentes sistemas e rgos, seguem ritmos diversos de desenvolvi mento. Por exemplo, 
at o nascimento a cabea e o sistema nervoso crescem e amadurecem mais. Aps o 
nascimento, o ritmo de crescimento dos braos  maior do que o da cabea.
No ser demais lembrar que o desenvolvimento fsico no  isolado do desenvolvimento 
social, intelectual e emocional. Um desenvolvimento fsico defeituoso pode afetar 
seriamente o auto-conceito da criana e do adolescente e consequentemente marcar 
negativamente o desenvolvimento social e emocional. Um desenvolvimento fsico 
harmonioso co labora para o ajustamento.
Estudos e observaes indicam que h perodos crticos no desenolvimento. Isto significa 
que h um determinado momento em que a criana est pronta, madura para aprender 
determinada resposta como andar e falar. A aprendizagem dessa resposta dever ocorrer 
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do, caso contrrio ser difcil recuperar a oportunidade, e o desenvolvi mento fica 
irreversivelmente prejudicado.
As crianas que crescem em condies de severas privaes de estimulao dos sentidos e 
da inteligncia, de alimentao e sade, de relaes sociais positivas, tem seu 
desenvolvimento irreversivelmente prejudicado.
O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL E SOCIAL
Por mais que se enfatize, nunca se vai exagerar a importncia do bom relacionamento entre 
a me e a criana. Os demais relacionamentos estaro sempre marcados por esta primeira e 
fundamental interao. Quando a relao me filho for positiva, este adquirir o senso de 
segurana, auto-confiana que o acompanharo pelo resto da vida.
A socializao da criana inicia e tem seu fundamento na famlia, cresce atravs da 
interao com os companheiros, se desenvolve e cria corpo na escola, continua a se 
expandir na adolescncia e juventude, para culminar na vida adulta. A base, porm, sempre 
estar na famlia. L acontece uma espcie de condicionamento. Se o relaciona mento com 
os membros da famlia, particularmente com a me, for positivo, haver uma generalizao 
de resposta e a criana passar a per ceber todos os demais como fonte de satisfao, com 
confiana, positi vamente. Aqui, mais uma vez  verdica a afirmao to conhecida:
a criana  o pai do adulto.
Os estudos que Harry Harlow desenvolveu so muito sugestivos. Harlow criou um grupo 
de macacos com mes substitutas. Uma das mes foi construda de arame, no oferecia 
conforto, possibilidade de contato corporal e aconchego. Contudo, ela dispunha de um 
aparato especial, uma espcie de mamadeira, da qual os animais obtinham o alimento.
A outra me no oferecia alimentao, mas fora construda de pa no e feltro, oportunizando 
o contato corporal. Harlow observou que os filhotes ficavam quase todo o tempo junto  
me de pano, embora tivessem que buscar alimento na me de arame. Particularmente 
quando os animais eram assustados ou tinham que explorar o ambiente, eles se apegavam  
me de pano.
John Bowlby estudou os efeitos da ausncia e separao da me em crianas inglesas. 
Constatou que a falta da me pode levar ao retardo fsico, emocional e intelectual. Outros 
estudos, particularmente envolvendo crianas de orfanatos, confirmam esses dados.
A maioria concorda que o perodo em que a criana mais precisa
da me so os primeiros dois anos e particularmente crtico parecem ser os seis primeiros 
meses.
E qual seria o papel do pai? Talvez porque os pais trabalham fora, talvez porque a nossa 
sociedade atribuiu  me a tarefa da educao dos filhos, o certo  que pouco se estudou 
sobre o papel do pai no desenvolvimento dos filhos.
Nos ltimos anos, com a mudana de certos posicionamentos tradicionais, o tema passou a 
merecer ateno.
Os autores so unnimes em enfatizar a importncia da figura paterna, particularmente no 
desenvolvimento de comportamentos relaciona dos ao papel sexual das crianas, tanto do 
sexo masculino como feminino. Carl smith estudou as conseqncias da ausncia do pai 
nos primeiros anos de vida, tomando um grupo de jovens cujos pais tinham esta do fora de 
casa em cumprimento dos seus deveres militares durante a segunda guerra mundial. A 
concluso a que ele chegou foi de que estes jovens mostravam padres de comportamento 
tipicamente femininos em nmero maior do que os seus pares cujos pais no se tinham 
afastado do lar.
Outras pesquisas tem concludo que a ausncia do pai afeta o desenvolvimento cognitivo, 
especialmente dos filhos do sexo masculino.
Freud estudou o desenvolvimento sexual e emocional e deu muita importncia aos 
primeiros anos de vida na formao da personalidade. Os estgios do desenvolvimento 
psicossexual propostos por Freud so abordados no captulo 12 deste livro.
Freud ainda destaca a importncia de duas situaes de aprendizagem no desenvolvimento 
sexual e emocional: a amamentao e o controle dos esfncteres e bexiga. A primeira 
situao  importante porque determina o relacionamento com a me e o subseqente 
relacionamento com as demais pessoas. A segunda situao reveste-se de importncia 
especial, porque  a primeira norma social que os adultos e a sociedade impem sobre a 
criana. E o primeiro gesto de socializao da criana.
Segundo Erik Erickson os indivduos enfrentam diferentes tarefas scio psicolgicas  
medida que crescem. Novas exigncias vo sendo feitas pela sociedade e novas formas de 
reagir devem ser desenvolvidas. Em seu livro Childhood and Society, Erickson apresenta as 
oito idades do homem que seriam como fases ou estgios que o homem enfrenta em seu 
desenvolvimento emocional e social, desde seu nascimento at a morte.
A forma como cada um vai resolver os desafios de cada um dos estgios vai determinar sua 
personalidade, sua identidade, enfim seu ajustamento. Ao vencer as crises o indivduo 
desenvolve o senso de identi
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dade pessoal e se torna confiante, seguro em suas emoes, adquire controle sobre seus 
impulsos, relaciona-se bem com outros. Os que n superam as crises tem identidades 
confusas, isto , tem crise de identidade, so alienados da sociedade, duvidam de suas 
prprias capa cidades, no tem auto-confiana e no sabem realmente o que querem.
As oito idades propostas por Erickson esto relacionadas entre si e so mutuamente 
dependentes. Uma est construda sobre a outra. As sim, se uma no estiver bem resolvida, 
os problemas dela so deslocados para a fase seguinte.
A primeira idade (O  1 ano)  caracterizada por confiana x desconfiana. A me  a 
representante da sociedade e depender da interao da me com a criana o surgimento de 
segurana, confiana ou desconfiana. A criana desenvolver o senso de segurana e 
confiana se a me atender devidamente suas necessidades (afeto, alimentao, aconchego). 
Se a me for negligente e no atender s necessidades bsicas da criana, ento teremos um 
indivduo desconfiado e inseguro.
A segunda idade (1  3 anos)  a da autonomia x vergonha e dvida. Nesta idade a criana 
j caminha, corre, puxa, empurra, enfim, vive em movimento. Respeitados os limites da 
segurana, os pais podem deixar que a criana se movimente, aja, se envolva no maior 
nmero de atividades possveis. Se isso ocorrer, a criana desenvolver o senso de 
autonomia. Se, porm, os pais forem muito exigentes na disciplina, repreenderem e 
castigarem a criana, ela crescer com vergonha e dvida.
Na idade dos quatro a cinco anos a criana enfrenta a fase da iniciativa x sentimento de 
culpa. A criana quer explorar o ambiente. Alm de muito movimento fsico, ela pergunta 
sobre tudo e sobre todos, brinca, fala. Est cheia de curiosidade para explorar, conhecer e 
descobrir o mundo. Dependendo da atitude dos pais diante desses comportamentos, a 
criana desenvolver iniciativa ou ficar  espera de ordens para agir e desenvolver 
sentimentos de culpa.
A idade da atividade x inferioridade ocorre dos seis aos onze anos. Agora o professor se 
constitui numa espcie de agente da sociedade. A ateno da criana est concentrada nas 
tarefas escolares e no desenvolvimento de relaes com colegas e grupos. Quando os pais e 
professores mostrarem interesse e aprovao pelas suas conquistas intelectuais, o menino 
desenvolver o senso de realizao. Se, ao contrrio, os pais e professores no mostrarem 
interesse, o sentimento de inferioridade surgir.
O estgio seguinte  conhecido como a fase da identidade x confuso de papis. Esse 
estgio vai dos doze aos dezoito anos. Se a criana conseguiu nos estgios anteriores 
desenvolver confiana, autonomia,
iniciativa, atividade, teremos agora um jovem com uma identidade definida. Mas, se as 
crises dos perodos anteriores no foram resolvidas satisfatoriamente, o jovem viver em 
crise de identidade e confuso de papis. Neste caso, os jovens tornar-se-o sequiosos por 
se identificar com dolos. Em busca de sua identidade, tornar-se-o totalmente de pendentes 
de grupos e multides. Exibiro comportamentos de conformidade cega aos standars do 
grupo.
A idade seguinte (18  45)  denominada intimidade x isolamento. A intimidade se 
caracteriza pela busca e realizao de relaes pessoais profundas, ntimas, satisfatrias. 
Pode ser uma amizade profunda ou, em sua forma mais comum, a unio com um parceiro 
do sexo oposto. O isolamento  apresentado pela fuga e medo das relaes pessoais e 
ntimas e pelo rompimento dos laos de unio.
Dos quarenta e cinco aos sessenta e cinco anos, o homem vive a idade da produtividade x 
estagnao. Esta fase, em seu aspecto positivo, se caracteriza pelo sentimento de realizao 
pessoal e pelo desejo de realizar algo pela comunidade e pela futura gerao. Do lado 
negativo h a estagnao. A pessoa se sente velha, invlida, intil.
O oitavo e ltimo estgio  denominado integridade x desespero. O senso da integridade  
vivido por aqueles que, ao olhar para trs, se sentem ajustados s suas vitrias e aos seus 
fracassos. Aceitam o que so e o que conseguiram fazer. O desespero  vivido pelos que 
no sentem satisfao pelos anos vividos e passam o resto do tempo preocupados com o 
que poderiam ter feito e no fizeram.
O DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL
O estudo detalhado da inteligncia, seu conceito, desenvolvimento e mensurao, foi 
apresentado no captulo anterior. Limitar-nos-emos a apresentar as fases do 
desenvolvimento cognitivo (intelectual) de Pia get.
Jean Piaget foi um grande estudioso da inteligncia da criana. Ele defende o princpio de 
que o desenvolvimento ocorre em etapas ou fa ses. Segundo ele, h quatro estgios bem 
definidos no desenvolvimento intelectual da criana.
O primeiro estgio  denominado sensrio motor, pelo fato da per cepo estar intimamente 
ligada aos movimentos. Este perodo vai do nascimento aos dois anos e se caracteriza pelos 
seguintes comportamen tos: a criana aprende a diferenciar o seu corpo dos demais objetos. 
No h linguagem ainda e os objetos so definidos (conceituados) a partir de seu uso ou 
manipulao. Eles s existem enquanto esto  vista. Nes ta fase a criana busca e necessita 
ser estimulada.
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O estgio seguinte  denominado pr-operacional e se processa dos dois aos sete anos. 
Nesta fase o pensamento da criana  egocntrico, incapaz de ver o ponto de vista do outro. 
Os objetos so classificados por uma nica caracterstica, assim, se duas bolas tem a mesma 
cor elas so percebidas como iguais.
Aos quatro anos inicia-se o pensamento intuitivo atravs do qual a criana comea a 
perceber relaes e pensar em termos de classe. En to, ela j manipula os conceitos 
numricos. neste estgio que se desenvolve o conceito de conservao, primeiramente 
conservao de peso, aps, conservao de volume: a quantidade (massa) no muda quan 
do sua forma muda ou quando dividimos um todo em partes. O peso to tal de um objeto 
permanece o mesmo independentemente de como so distribudas ou arranjadas suas 
partes. Os lquidos no mudam de volume pelo fato de mudar o recipiente e, 
consequentemente, a forma. Comumente uma criana de quatro anos a quem se apresenta 
duas bolas iguais e se solicita para que indique qual  a maior, reconhece a igualdade de 
ambas. Tomando-se porm uma das bolas e transformando-a nu ma espcie de rolo fino e 
comprido, a criana passa a apont-lo como maior do que a bola. Isto indica que ela no 
desenvolveu o conceito de conservao.
O terceiro estgio  o das operaes concretas. Esta fase vai dos se te aos onze anos e nela a 
criana se torna capaz de pensar logicamente, mas sempre fazendo referncias ou tendo por 
base fatos e objetos con cretos. Ela no  capaz ainda de abstrair. Mas a criana agora, j  
capaz de entender o princpio de reversibilidade,  capaz de classificar os ob jetos em 
hierarquias ou classes e realiza tambm a seriao, ordena mento de objetos em ordem 
crescente e decrescente.
O ltimo estgio do desenvolvimento cognitivo vai dos onze aos quinze anos e denomina-
se perodo das operaes formais. A caracte rstica bsica deste estgio  o pensamento 
lgico formal, a abstrao a generalizao. Agora o jovem adolescente elabora conceitos, 
hipteses, leis e passa a test-los. a maturidade intelectual.
QUESTES
1. Atravs de um exemplo demonstre a importncia da maturao no desenvolvi mento 
humano.
2. Atravs de um exemplo demonstre a importncia dos fatores ambientais no 
desenvolvimento.
3. Como o ambiente pode afetar o desenvolvimento pr-natal?
4. Conceitue trauma do nascimento.
5. Como se processa o crescimento fsico, em que podem ele ocorre? Explique.
6. O desenvolvimento das vrias reas (intelectual, emocional, social, fsica) so 
independentes? Explique.
7. Qual o papel da me no desenvolvimento da criana?
8. Qual o papel do pai no desenvolvimento dos filhos?
9. Cite e explique os estgios de desenvolvimento segundo Erik Erickson.
10. Caracterize cada um dos estgios do desenvolvimento cognitivo da criana, segundo 
Piaget.
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